domingo, 15 de novembro de 2009

Arrombada pelo médico...

Isis tinha apenas 18 anos e, apesar de ter o corpo de mulher, era muito imatura e mimada. O pai a tratava como um bebê. Mas seu jeitinho de menina cativava a todos.
Ela tinha um namorado na escola, tão inexperiente quanto ela, e ainda não tinham transado realmente.
Tudo corria normalmente até que Isis começou a se queixar de dores na barriga. Seu pai tinha um amigo que era ginecologista e ligou para perguntar como poderia marcar uma consulta.
Dr. Luan estava em férias, na sua casa de campo. Então perguntou ao Sr. João se não seria incômodo levar Isis até lá.
Dr. Luan tinha 40 anos, pele clara, cabelos negros e corpo musculoso.
No dia marcado, Sr. João teve problemas na empresa onde trabalhava, então deu o endereço a Isis e pediu que ela fosse de ônibus.
Ao descer do ônibus, a garota se sentiu paralizada, as pernas começavam a tremer e ela pensou em voltar. Mas ao virar para trás, viu o ônibus já saindo. Não tinha escapatória, teria que encontrar a casa. Tirou o papel da bolsa e começou a andar meio insegura pela estrada.
Parou em frente a porta tentando recuperar a respiração ofegante. Olhou para os lados, respirou fundo e tocou a campainha. Era uma casa de madeira, típica do campo, mas bem arrumada e bonita.
O próprio Dr. Luan veio abrir a porta. Ela sorriu meio desconsertada e disse:
-Oi, eu sou a filha do Sr. João, ele não pôde vir e pediu que viesse sozinha...
-Claro, entre, por favor.- Disse Dr. Luan, afastando-se da porta.
-Sente-se...Quer tomar alguma coisa?
-Não, obrigada. Eu estou bem!
-Então...qual é mesmo seu nome?
-Isis.
-Muito bem, Isis... Então me diz o que tem de errado com você...
-Bem, eu tenho sentido algumas dores na barriga. Como cólicas...
-Você tem namorado?
-Tenho.
-E vocês têm tido relações sexuais?
Isis ficou vermelha e abaixou a cabeça:
-Bem, nós nunca fizemos nada de verdade, apenas nos tocamos, entende?
-Sim, entendo... - Disse Dr. Luan, tentando conter um sorriso malicioso.
-Bem, então eu gostaria que o senhor me desse um remédio, que...
-Ei, ei...vamos com calma! Que pressa é essa, hum? Antes de mais nada eu preciso examinar você.
Isis concordou balançando a cabeça, mas sentiu seu corpo estremecer. Era a sua primeira visita ao ginecologista. Eles estavam sozinhos naquela cabana e ele era realmente muito atraente.
Dr. Luan a levou até o andar de cima, em um quarto enorme, e pediu que ela deitasse na cama.
Isis sentia as pernas tremendo e sua boca estava seca.

Ele levantou sua blusa um pouco e desabotoou seu short.
-Dói aqui? - Perguntou ele pressionando sua barriga.
-Não...respondeu Isis sentindo aquelas mãos grandes e fortes sobre sua pele.
-ok...Agora você vai tirar essa roupinha e ficar deitadinha, tá?
-Mas é que eu...eu nunca...
-Ssshhhhhh...está tudo bem! Eu não vou te machucar...
Isis ainda hesitou, mas tirou a roupa e deitou novamente. Agora suas pernas tremiam de verdade e ela mal conseguia respirar.
Dr. Luan sentia seu pau endurecer olhando aquela garota com corpo de mulher, ali tão deliciosamente desprotegida na sua frente.


-Agora você vai virar de costas prá mim... assim!
Isis soltou um gemidinho quando sentiu a mão de Luan abrindo suas pernas.
-E levantar o quadril, assim, de quatro prá mim.
Isis sentia medo e estava completamente tensa. Mas não tinha como se negar a obedecer.
Sentiu os dedos enormes de Luan percorrendo seu cuzinho.
-Hum!
-Está tudo bem...você só vai sentir uma pressãozinha. É só relaxar, ok?
-Tá. Mas é que eu não queria que... AAAAAAAAHHHHHHHH!...
-Não, não, não...relaxa e não contraia.
-Ahh! Tira! Tá doendo...
-Só mais um pouquinho...não contraia. Assim...boa menina!
-Hum! Aaaahhhh, nÂÂÂÂoooooo!!!
-Prontinho! Não foi tão ruim, foi?
-Não...mas é que isso dói um pouco.
-Você está muito tensa...Agora deite-se virada para cima de novo.

-Assim, menina...Agora abra as perninhas e relaxe. Isso! Assim...
Isis sentia os dedos de Luan percorrendo sua xaninha e se contraía.
-Você está indo muito bem, agora relaxe...-Dizendo isso ele colocou dois dedos na sua xaninha. Que ela contraiu rapidamente.
-Ahh! Tá doendo...
-Abra mais as perninhas e fique bem relaxada. Iiiisso!!! Não foi melhor assim?
Isis balançou a cabeça com um sorriso tímido.

Luan passou o braço entre as pernas de Isis e começou a acariciar sua xaninha. Ela gemia baixinho e tentava se esquivar dele, sem sucesso.
-Seu namoradinho já te acariciou assim?
-Não...nunca...hum.


Luan tirou a roupa e começou a beijar o grelinho de Isis, que se contorcia na cama e tentava abafar os gritinhos.
Ele deitou sobre ela e lambia seus peitinhos rosados. Ela rebolava e passava a unha em suas costas. Sentia o corpo ferver, mas ainda tentava se conter.
-Acho melhor a gente parar com isso. A gente nem se conhece.
-Tá tudo bem gatinha! Aconteceu...rolou um tesão e nós não resistimos...
-Sim, eu também senti isso, mas...AAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!
Sentiu as mãos de Luan abrindo sua bundinha com toda força e sua língua quente invadir seu cuzinho. Foi tão inexperado que ela não pôde conter o grito.


Estavam ofegantes e agora não podiam mais voltar atrás.
Luan colocou a cabeça enorme do seu pau na entrada da xaninha de Isis que se contraiu e tentou fechar as pernas. Ele a impediu e empurrou com força seu pau naquele buraquinho quente e úmido. Ela gritava e urrava, rebolando e se contorcendo.
Sentiu as estocadas cada vez mais rápidas e parecia que ía desmaiar.

Quando Luan a deitou de lado, colocando-se atrás dela. Encostou a cabeça do pau no seu cuzinho e deu um empurrão firme e contínuo.
-AAAAAAHHHHHHHHHH!
-Tudo bem, gatinha. Vai ficar gostoso quando estiver todo dentro de você.
-Nããããõo! TiraAAAAAA!
-SSShhhhhhhh. confie em mim, você vai gostar...
Isis sentia cada centímetro rasgando seu cuzinho. A cada vez que gritava, Luan parava e fazia pequenos movimentos. Mas logo que ela relaxava de novo ele empurrava aquele pau gigantesco para dentro dela. Seu cuzinho estava aberto ao máximo e ela sentia como se fosse ser rasgada ao meio.
Até que sentiu que estava todo dentro dela. A dor era horrível, mas aos poucos sentiu seu cuzinho relaxar e se acostumar com aquele cacete.
Luan a fez ficar novamente de quatro e dava estocadas fortes e profundas. Ela sentia a cabeça do seu pau entrar violentamente, e as bolas espancarem sua bundinha.
Gritava e mordia os lençóis, até que sentiu o pau de Luan estremecer dentro dela e o jato quente que a invadiu.

domingo, 22 de março de 2009

Minha iniciação...


Meu nome é Alessandra e tenho 20 anos. Vim do interior para o Rio de Janeiro há cerca de 2 anos, para estudar. Trabalho em uma loja de roupas, mas o que ganho não é o suficiente para pagar a faculdade e me manter. A dona da pensão, onde moro com 3 amigas, tem um bar. E nos fins de semana, nós saímos com os clientes deste bar para...digamos...diverti-los. O que recebemos pelos programas é pouco e dona Júlia fica com metade do dinheiro.
Numa noite de domingo, o movimento estava bastante fraco. Esperávamos apenas que 3
garotas bonitas e bem vestidas fechassem a conta para fecharmos o bar e irmos dormir. Uma delas foi muito simpática comigo, disse que seu nome era Malu. Começamos a conversar, contei-lhe o que fazia e ela disse que ela e as amigas também faziam programas. Trabalhavam para um homem chamado Luan e ganhavam muito dinheiro. Me disse também que eu tinha potencial para ser como elas. E que para isso precisaria apenas me submeter à INICIAÇÃO de Luan. Eu ri um pouco confusa:
-Mas o que é essa >iniciação<, exatamente?
-Se estiver interessada em morar em uma casa bonita, se vestir bem e ganhar muito dinheiro, me procure neste endereço no próximo sábado. Então vai saber do que se trata... - Ela sorriu me estendendo um cartão.
A semana passou devagar. Durante todo o dia de sábado ficamos à toa no bar de dona Júlia esperando que aparecesse algum cliente. Fiz apenas 1 programa com um velho bêbado e sujo. Que deixou o dinheiro amassado sobre a cama. Voltei ao bar e alguns minutos depois subi para tomar um banho sob os gritos e xingamentos de dona Júlia.
Somente ao entrar em meu quarto e ver o cartão sobre a mesinha, foi que me lembrei da conversa com Malu. Me vesti, peguei 2 ônibus e fui até o endereço.
Fui atendida por um senhor de meia idade que me pediu para aguardar na sala. Malu apareceu logo e me cumprimentou muito simpática. Depois de alguns minutos de conversa ela perguntou:
-Então, Alessandra. Gostaria de se juntar a nós e ganhar mais dinheiro do que você pode imaginar?
-Mas que tipo de programas vocês fazem?
-Bem, não são exatamente programas. Na verdade fazemos filmes pornôs. Eles não são vendidos no Brasil. Portanto, não existe perigo de que alguém que a conheça assista. Você pode fazer isso e continuar levando uma vida normal. Mas precisa passar por um treinamento rigoroso e se submeter à INICIAÇÃO... tudo bem para você?
-Que tipo de treinamento? O que é essa >iniciação
-Você saberá na hora certa...então o que me diz? Topa???
-Sim... - respondi sem muita convicção.
No fim da tarde eu voltei para a casa de Malu levando algumas das minhas coisas. Ela me mostrou o quarto onde eu ficaria. Era lindo, tinha uma banheira enorme. Eu também tinha um armário com roupas bonitas e perfumadas. Ela me pediu que tomasse banho e vestisse o roupão que estava sobre a cama e descesse as escadas para me encontrar com ela na sala.
-Olá - riu ela. Então, está pronta para conhecer Luan?
-Bem, acho que sim...
-Venha vamos prepará-la...
-Hã...mas...como assim? ...
-Tudo bem. Venha por aqui. Entre...pode se deitar ali e ficar beeeemmm à vontade, tá?
Olhei ao meu redor. Estava em um quarto bastante simples e pequeno. Tinha uma cama num canto, uma pia e um pequeno armário. Me aproximei da cama que Malu havia me apontado e demorei um pouco para deitar nela.
-Isso. Deite-se de lado e levante o roupão aqui atrás. Vou lhe fazer um enema. Faz parte da sua preparação. Foi uma exigência de Luan...
Eu mal conseguia respirar. Estava nervosa, assustada e apreensiva. Ao mesmo tempo curiosa por saber quem seria este tal Luan a quem ela se referia tão solenemente. O desconforto daquele tubo entrando no meu traseiro, a água dentro de mim causando quase uma cólica. Depois ela o retirava de uma vez e me pedia que fosse ao banheiro. Quando voltava ela fazia tudo de novo. Foram 3 vezes...eu sentia vergonha e quase vontade de chorar e queria sair correndo dali. Mas resisti.
-Prontinho...você se comportou muito bem! Agora está pronta para conhecer Luan.
Senti minhas pernas tremerem enquanto subia as escadas. Para o meu desespero, Malu abriu uma porta grande no fim do corredor. E disse:
-Luan...A garota nova está aqui.
-Mande entrar - ouvi uma voz grave e rouca dentro do quarto. Foi então que percebi que estaria sozinha com aquele homem de agora em diante. Dentro daquele quarto, naquela casa enorme. O que era esse treinamento e a INICIAÇÃO?
Entrei devagar, quase pedindo a Malu que não me deixasse sozinha. Eu estava acostumada a fazer programas com velhos sujos, bêbados, drogados, e não entendia porque sentia medo de estar ali sozinha com aquele homem. Que até aquele momento eu so tinha ouvido a voz.
-Olá... - eu disse tentando parecer calma e natural. Não funcionou...
-Chegue mais perto, não tenha medo. Vamos, eu quero ver você... -disse Luan sentado numa poltrona preta e imponente perto de uma janela do outro lado do quarto. Ele tinhas uns 45 anos, era moreno, forte, cabelos na altura dos ombros, encaracolados e fumava um charuto que o deixava envolvido na fumaça. Dando-lhe um ar de mistério.
Eu lutei contra o tremor das minhas pernas enquanto caminhava em sua direção. Ao parar em sua frente, não sabia onde colocar os braços...Ele segurou firme em meus pulsos forçando meus braços a ficarem ao lado do corpo.
-Assim! Costas retinhas, eu quero ver você, garota.
Eu obedeci, mas logo comecei a tremer de novo quando ele se levantou e andou ao meu redor, ficando parado bem atrás de mim. Eu sentia seu perfume e quase me desequilibrei quando senti o peso das suas mãos nos meus ombros e sua respiração no meu pescoço.
-Quantos anos você tem,garota?
-é...vinte.
-Bom! Tire o roupão. Eu quero ver você.
Comecei a desatar o nó com certa dificuldade. Tirei um ombro e me preparava para tirar o outro quando ele me interrompeu.
-Não, não, não...Pára tudo! Não é assim que eu gosto...quero que você tenha domínio sobre o que está fazendo. Me seduza!
Respirei fundo e comecei novamente a tirar o roupão, jogando o cabelo da forma mais sensual que podia. Ele sorriu e caminhou na minha direção. Agarrou-me pela nuca me forçando a ficar de joelhos no chão, com o rosto bem próximo dele. Abriu as calças e um cacetão enorme saltou para fora batendo no meu rosto que eu tentei instintivamente puxar para trás. Mas senti novamente sua mão na minha nuca me agarrando os cabelos. Levei as mãos na virilha dele tentando empurrá-lo, mas antes que conseguisse, metade daquele cacetão estava enfiado na minha boca. Nunca tinha visto um tão grande e grosso. Ele enchia toda a minha boca e me fez engasgar algumas vezes...
Luan segurou-me pelo queixo, apertando com força e me mandando levantar. Obedeci imediatamente ainda sem conseguir respirar direito. Com um puxão forte no ombro ele me virou de costas para ele. Me desequilibrei e cai de quatro sobre a cama. Ele abriu minhas pernas com suas mãos grandes e fortes.
-Abre bem a buceta, garota. Vai ser a maior pica que você já recebeu...
Ainda estava meio atordoada quando senti a pressão na portinha da minha bucetinha. Que tinha que se abrir ao máximo para que aquele cacetão entrasse. Eu abaixei a cabeça e mordi os lençóis para não gritar. Ele enfiava a cabeça e tirava me fazendo rebolar feito uma louca. Minha buceta estava latejando e o leite escorria por ela. Louca para que aquela pica enorme estivesse todinha lá dentro.
Luan segurou a pica nas mãos e começou e bater com ela no meu cu e na entrada da minha buceta. Me fazendo gritar e rebolar. Gemer e quase chorar de tanto tesão...
senti seus dedos na minha bunda abrindo meu cu até que as pregas quase se arrebentassem. Senti seu dedo úmido acariciando meu cu e comecei a rebolar ainda mais. Ele enfiou um dedo, depois o outro forçando meu cuzinho a se abrir ainda mais. Até que ele tirou os dedos e eu senti a cabeça da sua pica forçando a entrada do meu cu. A dor parecia estar me rasgando...gritei tentando tirar a bunda da frente dele. Mas ele me segurou pela cintura e forçou ainda mais o pau contra meu cuzinho que se abria à força.
Deu duas estocadas me fazendo gritar. Levei a mão para trás empurrando sua barriga na tentativa de tirar um pouco daquele pau enorme de dentro de mim. Mas ele me segurava com força e empurrava o pau para dentro de mim. Eu sentia cada nervo, cada veia saliente roçando as paredes do meu cu que estava completamente aberto. Até sentir suas bolas batendo na minha bunda. Tentava relaxar e rebolava devagar para meu cuzinho se acostumar com aquele volume dentro dele. Foi então que Luan começou a dar estocadas fortes. Tirando o pau quase até a cabeça bem devagar e enfiando tudo até o fundo numa estocada forte que me jogava para frente e fazia berrar.
Eu estava quase desmaiando de dor e prazer quando ele tirou a pica do meu cu e a enfiou de uma vez na minha buceta. Sem nenhum aviso...Eu senti todo o meu corpo se contrair e gozei fazendo com que o leite jorrasse.
Ele pesou seu corpo sobre o meu me forçando a deitar de bruços na cama. Ainda com a cabeça dentro da minha buceta, ele puxou uma das minhas pernas me virando de lado e a segurando para o alto. Me mantendo deitada de lado, ele ficou entre as minhas pernas. Agora fazia movimentos mais suaves e girava o corpo fazendo com que aquele pau enorme descobrisse cada cantinho da minha bucetinha. Eu passava as unhas pelos seus ombros e costas. Urrava feito uma louca jogando meu corpo para trás enquanto sentia aquele pau enorme dentro de mim.
Ele me virou para cima, num movimento rápido e forte e levantou a outra perna e abrindo-as ao máximo. Chegou bem para cima de mim, e eu, pela primeira vez, sentia todo o peso do seu corpo sobre o meu. Abriu minhas coxas como asas de borboleta, deixando minha bucetinha totalmente exposta. Brincava tirando o cacete completamente e dando estocadas somente com a cabecinha. Depois entrava devagarinho até o fundo e girava a cintura pesando o corpo sobre o meu.
Eu estava complemente cansada, não aguentava mais e queria dormir. Estava feliz e satisfeita. Tinha gozado inúmeras vezes, tinha tido orgasmos múltiplos e queria dormir agora. Mas ele era insaciável. Gozava, parava por alguns minutos e depois começava tudo de novo. Foram 3 dias de treinamento intenso, com meu mestre: Luan.
Hoje faço diversos filmes, ganho muito dinheiro na Europa e nos Estados Unidos com a venda dos filmes que ele produz e dirige. Eu que me achava uma profissional do sexo, aprendi tudo o que precisava para me tornar rica com aquele homem maravilhoso!

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Evaldo. O pedreiro...


Evaldo era o tipo de cara que toda mulher detestava...marrento e cheio de si.
Tinha uma certa beleza e uma bela forma física. Mas sua idéia de que toda mulher lhe dava mole, fazia com que todas que o conheciam passassem a odiá-lo.
Saía com seus amigos todos os fins de semana para tomar sua cervejinha. Depois de alguns copos ele começava a dizer que todas as mulheres naquele local estavam se insinuando para ele. Mesmo as que nem olhavam na sua direção ele dizia que estavam se fazendo de difíceis.
Mesmo com 35 anos e tendo trabalhado em diversas cidades diferentes, não tinha encontrado maturidade suficiente para valorizar as mulheres que teve. Tratava-as com desrespeito, usava-as e ainda se dizia perseguido por elas...
Evaldo era moreno, forte, corpo bastante musculoso, alto e gostava de se vestir bem. Trabalhava na construção de um edifício na cidade do Rio de Janeiro e esta obra já estava em fase final. Terminariam o serviço em uma semana. Naquela tarde de sexta-feira, quando se preparavam para sair e tomar algumas cervejas em um bar vizinho, uma mulher bem vestida e muito bonita se aproximou. Disse que estava reformando sua casa à beira da praia e que precisava contratar um pedreiro. Evaldo prontamente se ofereceu para o serviço, não dando a menor chance aos seus amigos de dizerem uma só palavra. Marcou de ir até o endereço dado por Sabrina na próxima segunda para tratarem do preço e detalhes da reforma.
Sabrina era loira, de estatura média, olhos negros e cabelos longos e lisos. Tinha a cintura fina e quadris ligeiramente largos e seios fartos. Tinha cerca de 40 anos, personalidade forte. Era independente, segura de si e de modos refinados. Logo que a mulher entrou no carro, Evaldo deu uma cotovelada em Paulo e disse: viu como ela olhou prá mim? Eu fiquei até sem graça com a forma que ela olhou para meu peito e para o meu pau...Os amigos riram da situação, pois já conheciam as manias dele.
Na segunda, no horário marcado, Evaldo chega àquela praia maravilhosa, e de longe já podia ver aquela mansão que se destacava na paisagem. Confirmou o número, olhou ao redor e tocou a campainha. Não demorou e a porta foi aberta por uma jovem sorridente que foi logo dizendo: >Você deve ser o senhor Evaldo. Entre, a senhora Sabrina o está esperando na sala...< Ele observava curioso aquela mansão e se perguntava que tipo de pessoa poderia possuir uma casa como aquela. Observou também que haviam mulheres jovens e bonitas andando pela casa. Todas pareciam apressadas e ocupadas, mas sorriam simpáticas as cruzar com ele pelo longo corredor. finalmente chegaram à sala onde Sabrina esperava confortavelmente em uma poltrona. Ela era de personalidade forte e dominante e foi logo explicando-lhe o serviço. Que era uma reforma na piscina e na parte de fora da mansão. Que precisava do serviço pronto o mais rápido possível e que ele poderia dormir num quarto na dependência dos empregados se preferisse e morasse longe. Evaldo não estava acostumado a mulheres tão dominadoras e seguras. Ficou meio atordoado no início, mas foi logo dizendo que tudo bem, combinou o valor e, lembrando-se das inúmeras e belas garotas que viu pela casa, disse que seria melhor mesmo que ficasse dormindo ali enquanto fazia o serviço.
-Ok. Então quando pode começar, senhor Evaldo? Perguntou Sabrina já levantando-se e fazendo um sinal para que uma das garotas o conduzisse à porta.
-Hum...é...amanhã mesmo se a senhora preferir...é que eu...
-Ótimo, então até amanhã. O senhor precisa chegar antes das 7. Tenha um bom dia.
Naquela mesma tarde, Evaldo já tinha contado a todos os seus amigos que aquela mulher estava mesmo louca por ele. Que provavelmente era uma viúva fogosa, mal amada por algum ricaço velho, e que estava louca para encontrar um homem de verdade, com um pau de verdade que a pudesse satisfazer. Os amigos o alertaram para ir com calma. Não se meter em confusão, porque não sabia o que essa gente milionária seria capaz de fazer se ele fizesse uma besteira. Ele dizia que sabia bem o que estava fazendo...
Na terça-feira ele chegou ao local e foi conduzido por outra jovem até a piscina onde faria a reforma. Ela o levou até o quarto onde ele iria dormir. Era pequeno, sem muito luxo, mas tinha uma visão privilegiada da piscina, dos jardins e dos fundos da mansão. Durante todo o dia, enquanto trabalhava, ele podia ver 5 jovens garotas que tomavam sol ali perto. A mansão permanecia com as janelas fechadas a maior parte do dia e da noite. E raramente ele via Sabrina, mas sabia que ela passava todo o tempo em casa. À noite, da sua cama podia ver as janelas e uma pequena sacada, de um quarto que, provavelmente era da dona da mansão. Esperava vê-la passar por ali, para confirmar sua suspeita. Essa era sua rotina.
Na terceira noite, estava fumando perto da janela de seu quarto, quando viu uma das garotas que passava apressada pelos jardins.
-Ei, moça. Como é mesmo seu nome?
-Cristiane. Posso ajudá-lo?
-Bem...na verdade é só uma curiosidade...o que exatamente vocês fazem aqui?
-Senhor Evaldo...Disse ela sorrindo. Talvez o senhor não precise realmente saber disso. Não seja curioso e vai ser melhor assim...
Dizendo isso saiu e entrou rapidamente na mansão, não lhe dando tempo para continuar. Deixando-o ainda mais curioso. Evaldo não dormiu naquela noite, pensando nas palavras daquela garota. Afinal, o que será que ele não poderia saber? Porque tanto mistério? Porque tantas garotas? O que elas faziam ali? Quanto mais ele pensava, mais sua curiosidade o torturava. Até que em determinado momento ele decidiu subir por uma pequena árvore, alcançar a sacada, entrar pela janela e espreitar pelos corredores. Já era bem tarde e todas estariam dormindo. Ninguém notaria sua presença...
Ao passar pela janela, pode notar que aquele quarto era mesmo o de Sabrina. Havia um quadro enorme com uma foto dela seminua sobre a cabeceira da cama. A foto era extremamente sexy. Evaldo esfregou o pau que já estava ficando duro dentro da bermuda. Saiu do quarto e entrou em um corredor bem parecido com o do andar de baixo. Não andou muito e pôde ouvir algumas risadas e sussurros. Ouvia pequenos gemidos, risinhos baixinhos...
-ahhhhhhhhh! hummmmmmmm...isso garota, você é ótima! Não páre, continue assim, issoooooooo!!!Boa menina! ahhhhhhhh!!!
Podia sentir seu pau duro, quase estourando a bermuda. Seu coração ficava disparado. Andava lentamente pelo corredor escuro. Tinha medo de ser descoberto ali, mas sua curiosidade falava mais alto. Até que viu uma porta entre-aberta com uma luz bastante fraquinha e teve certeza que os sussurros vinham dali. Hesitou, pensou em voltar, parou por alguns segundos, mas resolveu chegar mais perto...Abaixou-se no chão e colocou os olhos pela abertura da porta e podia ver, no quarto quase escuro, a silueta das garotas. Pode perceber que estavam nuas. Colocou seu pau para fora e começou a se masturbar ali mesmo.
-Espero que goste do que vê, senhor Evaldo...
Atordoado com a voz atrás dele, caiu ridiculamente no chão, ainda segurando o pau. Tentou levantar-se com as pernas trêmulas, ficando de quatro com a bermuda na altura dos joelhos, numa situação ainda mais ridícula. E foi então que pode perceber que a voz era de Sabrina. Estava usando uma lingerie preta, saltos enormes e tinha algo em suas mãos que ele não conseguia ver o que era. Foi quando ouviu um estalo no ar e sentiu sua bunda queimar.
-Levante-se e entre já neste quarto. Foi então que percebeu que o que ela tinha nas mãos era um chicote. Entrou atordoado e extremamente envergonhado. Tentava puxar sua bermuda para cima enquanto passava pelas jovens. Parou estupefado no meio do quarto, com a bermuda no meio das coxas ao notar que ali parecia uma sala de tortura. Objetos pelas paredes, cadeiras que ficavam em posições curiosas, camas com correias para que a pessoa que ali fosse colocada ficasse imóvel e indefesa. Sentiu outra chicotada na bunda o que o fez perder o equilíbrio e cair novamente de quatro.
-É muito curioso, senhor Evaldo. Vai aprender a respeitar as mulheres e vai sentir como é ser tratado como um objeto.
Ouviu um barulho sobre sua cabeça e notou sobre ele que uma espécie de gaiola feita com cordas descia sobre ele, e era controlada por uma das jovens. Duas garotas se aproximaram e rapidamente arrancaram sua bermuda e o colocaram dentro das cordas. Era uma posição extremamente desconfortável. As pernas levantadas e sua bunda totalmente exposta na parte de baixo daquela gaiola. Tremia descontroladamente olhando aquelas jovens e Sabrina que observava próxima à porta e apenas dava ordens.
-Podem subir agora... Ótimo, aí mesmo! Deixem ele assim prá mim...
Uma das garotas se aproximou arrastando uma pequena mesa com rodinhas com diversos objetos que ele não conseguia distinguir no escuro. Sabrina caminhou até onde ele estava e ficou bem embaixo dele. Foi então que teve noção da altura que as cordas estavam. Sentiu algo frio e pegajoso sendo esfregado no seu cu. Tentava contrair mas a posição em que estava não o permitia.
-Sua piranha, vadia! O que você está fazendo sua maluca? Me desce daqui agora...
-Não se preocupe, senhor Evaldo. Vamos fazer ao senhor apenas o que o senhor faz às mulheres: vamos usá-lo, tratá-lo como um objeto qualquer e depois deixá-lo ir. Não tente lutar contra isso, não vai adiantar.
Sentiu um objeto pressionando seu pau e suas bolas. Balançava os pés inutilmente tentando se livrar das mãos das jovens. Foi quando sentiu uma pressão na bunda, que foi ficando cada vez mais forte. Rasgando-lhe as preguinhas e invadindo-lhe lentamente por mais que ele lutasse.
-Nããããããããããõooooooo! Isso dóóóóóóóóóiiii...páraaaaaaa. ahhhhhh!
-Não seja fresco, senhor Evaldo! Sabe que é só no começo. Logo o senhor vai gostar...
Sabrina segurava um vibrador enorme nas mãos e o empurrava lentamente contra a bunda de Evaldo. Que rangia os dentes e rebolava ridiculamente tentando tirar o rabo de cima daquele cacete. Ela sorria e girava a cabeça do pau dentro dele.
-Está gostando? Posso colocar mais?
-Nãoooooo! Pára com isso sua putaaaaaaaaa! Quando eu descer daqui você vai ahhhhhhhh!
-Assim está melhor? Agora sorria e rebola prá mim como um bom garoto! Isso!!!
-Piranha!!!Tira essa merda do meu cu, antes que eu...ahhhhhhhhhhhh.
-Não! Não! Não! Você não está sendo bonzinho. Agora vai levar umas estocadas nesse cu até ficar todo arrombado e aprender a ser um bom garoto! Isso! Abre esse cuzinho prá gente! Assssssssim!!!
Evaldo já estava totalmente entregue e podia sentir que Sabrina enfiava todo o vibrador no seu cu, que já estava dormente de tanto levar estocadas. Ele mal podia gritar e já não sentia mais dor. Apenas a pressão do vai e vem daquele cacete enorme.
Ele acordou na praia, bem longe da mansão e não se lembrava como tinha ido parar ali. Pegou um ônibus e voltou para sua casa e para sua vida normal. Mas jamais quis comentar com os amigos o que houve na mansão. E quando eles dizem que uma mulher está dando mole para ele, ele diz que eles deveriam aprender a ter mais respeito pelas mulheres.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Paula dando a bundinha


Paula era uma garota muito pobre, que vivia com os pais em um sítio no interior de Minas Gerais. Tinha 22 anos, mas sua ingenuidade e simplicidade a faziam parecer mais jovem. Tinha os cabelos encaracolados, pele queimada pelo sol e o corpo magro e levemente musculoso. Junto de seus pais e irmãos mais novos, ajudava a cuidar da lavoura e dos animais.
Até que um dia um amigo de seu pai que morava na cidade, finalmente foi conhecer o sítio que o senhor João tanto falava. Ao verem o carro se aproximar, as crianças correram curiosas para ver quem chegava. Paula que era muito tímida, apenas olhou de longe e continuou tratando das galinhas.
-Bom dia senhor João! Finalmente vim conhecer seu sítio...Olha, o senhor não exagerou em nada. Realmente é um lugar lindo!
-Obrigado Daniel...Mas vamos entrando. Minha esposa acabou de fazer um café quentinho. Quero te apresentar minha família e depois vamos pescar no açude que te falei.
Daniel era um homem moreno, alto e bastante musculoso. Tinha 36 anos era um verdadeiro playboy. Morava sozinho e já tinha viajado para vários países, morado nos mais diversos lugares. Era o único herdeiro de uma fortuna incalculável, deixada por seus pais. Ele andou ao lado do senhor João, olhando com atenção a tudo que ele lhe mostrava com entusiasmo. Apenas se limitando a concordar com os elogios que o próprio senhor João fazia a cada árvore, animal, rio, cachoeira... Até que finalmente voltaram à casa e sentaram-se para esperar que dona Izabel servisse o almoço. Foi então que o senhor João, cheio de entusiasmo, começou a apresentar a família:
-Esse é o Lucas, o caçula. Aquele é o Augusto, essa a Marina...Cadê a Paula? PAULAAAAAA!!! Vai lá chamar sua irmã Marina. É minha mais velha...parece um bicho do mato. Quando vem gente de fora ela quase nem aparece em casa!
Daniel apenas sorria. Achava muito interessante toda aquela simplicidade.
-Olha ela aí...Paula, cumprimenta o moço e lava as mãos prá gente almoçar.
-Bom dia. Disse ela de cabeça baixa estendendo a mão para Daniel.
-Bom dia, Paula. Sou amigo do seu pai há alguns anos e ouvi falar muito de você e seus irmãos...Você estuda, Paula?
-Não. Terminei o 2º grau e parei prá ajudar aqui no sítio.
-Ah sei...Gosta daqui?
-Gosto, uai...
O almoço se seguiu sem muita conversa ou troca de olhares...Apenas Daniel se sentia à vontade em meio àquela simplicidade. Não precisava se preocupar com etiqueta, os talheres certos. Não havia ninguém que se importasse com isso. A família do senhor João só pensava no que ele poderia achar daquela comida, dos pratos e copos simples e da casinha humilde.
Ao terminarem o almoço. Dona Izabel e senhor João saíram para cuidar da horta.Recomendaram a Daniel que ficasse à vontade e fizesse o que quisesse. Paula começou a juntar os pratos e limpar a mesa. Daniel foi para a varanda, acendeu um cigarro e ficou olhando as crianças que jogavam bola um pouco afastadas da casa.Por uma fresta da janela, podia ver Paula que fazia um esforço imenso para esfregar uma panela. Ela usava um vestido fininho de alcinhas e ele podia ver claramente seus seios firmes que faziam um suave movimento enquanto ela esfregava a panela.
-Quer ajuda? Perguntou se aproximando.
-Não precisa...Já tô terminando.
Ele permaneceu ali olhando-a e sentia seu pau ficar duro. O vestido era curto e ele podia ver o contorno da bundinha de Paula que levantava levemente o vestido atrás.
Ao acabar, Paula passou um pano sobre a pia. E em seguida, virando-se para trás, segurou o pescoço demonstrando que sentia alguma dor ali.
-O que houve com seu pescoço?
-Nada, não. É só uma dor que dá de vez em quando, depois passa!
-Vem aqui. Deixa eu dar uma olhada...Disse virando a garota de costas para ele. Aproveitando para encostar o pau na bundinha dela. Que rapidamente tentou se virar e se livrar das mãos dele.
-SShhhhhhh...está tudo bem...só vou olhar, ok? Não vou te machucar...Dói aqui?
-É... Disse ela tentando mais uma vez tirar as mãos de Daniel do seu pescoço.
-Porque você não se deita lá dentro um pouquinho e deixa eu fazer uma massagem, hã? Vai se sentir bem melhor...
-Não sei...É que meu pai pode precisar de mim lá na horta, e...
-Não vai demorar. E você vai poder trabalhar melhor sem sentir dor, não é verdade?
Paula foi até a porta do quarto ainda hesitando um pouco e sentindo calafrios pelo corpo. Sentia um frio na barriga e suas pernas tremiam.
-Deita ali na caminha, de costas prá mim, tá? Isso!!! Eu vou descer as alcinhas do seu vestidinho um pouquinho aqui no ombro...
-Não... eu não quero tirar a roupa.
-Rsrsrs. Não vou tirar sua roupa. Só descer um pouco as alcinhas. Assim. Tá vendo? Agora você vai relaxar um pouquinho, ficar assim...quietinha... E se doer um pouquinho você me pede prá parar. Está bem?
-Harã... Disse ainda um pouco tensa. Sentindo Daniel montar sobre seu corpo e apertar suavemente seus ombros.
Vez ou outra ela sentia o pau dele encostar na sua bundinha e contraía sentindo-se acanhada. Depois de alguns minutos já sentia a dor diminuir e já estava bem mais relaxada.
Daniel aproximou-se de seu ouvido, afastou seus cabelos do pescoço e sussurrou:
-Está se sentindo melhor?
-Tô...Já parou de doer.
-Paula, você é muito bonita! Não tem namorado?
-Tinha um, mas ele terminou comigo.
-Se eu tivesse uma namorada como você, eu não terminaria com ela...Alguém já te disse que tem uma bundinha linda? Ao dizer isso. Segurou firme em sua cintura, forçando o vestido para cima e descobrindo um pouco a bundinha de Paula. Encostou o pau duro nela e apertou seu corpo contra o dela. Fazendo com que ela abrisse as pernas sem perceber.
-Não faz isso...alguém pode chegar e...
-Ninguém vai voltar agora...Eu só quero que você empine essa bundinha prá mim. Não tenha vergonha. Estamos só nós dois aqui... Empina prá mim, vai...assim! Issoooo!!!
Passou a mão por trás, entre suas pernas, por dentro da calcinha, acariciando seu grelo com a ponta dos dedos enquanto acariciava seu cuzinho e a xaninha com o polegar. Fazendo com que ela rebolasse e contraísse o corpo soltando alguns gritinhos abafados. Puxou sua calcinha com força para baixo e antes que ela pudesse perceber o que acontecia ele abriu sua bundinha e começou a lamber seu cuzinho. Agora ela tinha que abafar o rosto contra a cama para sufocar os gritinhos e gemidos. Rebolava histérica, quase num êstase, sentia o corpo queimar...
Ele se ajoelhou entre suas pernas e ela pôde sentir o peso daquele pau enorme e duro forçando a entrada de seu cuzinho.
-Aí não! Eu tenho medo...
-De quê?
-Minha amiga disse que dói muito!
-Vai ser gostoso...vou colocar devagar só a cabecinha. Se doer eu paro...prometo.
-Tá bem, mas...ahhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!
-Está quase...só mais um pouquinho...relaxa...assim!
-Ai...ai...ahhhhhhhhhhhhhhh!
-Pronto! Tá sentindo a cabeçona do meu pau no seu cuzinho? Agora rebola bem gostoso prá mim...assim...Diz que tá com tesão e que quer meu pau todinho na sua bundinha. Assim...Rebola gostosa e engole meu pau com essa bundinha.
-Aiii...espera, você disse que ía colocar só a... aaahhhhh! aahhh!!!EsperAHHH!
-Rebola... rebola e empina essa bundinha prá mim.
Paula sentiu uma pressão enorme rasgando seu cuzinho. Mordeu os lençóis e tentou em vão abafar um gritinho. Sentiu sua bundinha totalmente aberta com aquele pau enorme e duro enfiado nela.
Daniel começou a beijá-la no pescoço e costas e empurrou seus pés com as pernas, forçando-a a abrí-las ainda mais. Com o susto, ela levantou os pés e isso fez com que sua bundinha ficasse mais empinada. Foi então que ela sentiu seu pau saindo bem devagar de seu cuzinho. Ela podia sentir cada veia, cada nervo daquele pau enorme que dilatava seu cuzinho ao ponto máximo. Ele saiu até que a cabeça estivesse quase totalmente fora, então, entrou novamente, num movimento suave, mas contínuo.
-Ahhhhhhhhh! Huuuuummmmmmmmmmmmmmmm!
-Isso, minha menina! Abre esse cuzinho e rebola...
Huuuuuuuuummmm!!! Ahhhh! Ahhhh! AAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! As estocadas ficavam cada vez mais fortes e mais rápidas. Até que ela pôde sentir o leite quente escorrendo entre suas pernas...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

A viagem de Renata


Renata era uma das garotas mais populares de sua escola. Loira, alta, olhos cor-de-mel e corpo perfeito...Chamava a atenção de todos os garotos e despertava a inveja da maioria das garotas. Tinha apenas 19 anos mas parecia mais madura que as garotas de sua idade.
No final de 2007 saiu com um grupo de garotos e garotas da escola para acamparem perto de uma cachoeira na saída da cidade, numa tarde de sexta feira. O encanto que Renata causava aos garotos deixou as outras meninas irritadas e mantiveram-se afastadas dela. Mas ela não tinha nenhum interesse em ficar com aqueles garotos. Dizia que eram um bando de moleques. Ela só queria se divertir, aproveitar aquele passeio maravilhoso.
Logo chegou domingo e a hora de ir embora se aproximava. Enquanto os garotos arrumavam as coisas no carro, as meninas curtiam aquela cachoeira maravilhosa por mais alguns minutinhos. Até que Melissa, por vingança, empurrou Renata nas pedras. Ela caiu num pequeno buraco e perdeu os sentidos.
Já estava anoitecendo e todos se preparavam para ir embora. E procuravam por Renata que não respondia. A mesma garota se ofereceu para procurá-la próximo à cachoeira, já com a intensão de que ela fosse deixada lá.
Os pais de Renata estavam em férias pela Europa, e demorariam para sentir sua falta. Melissa, tranquilizou os demais dizendo que Renata era mimada e imprevisível. E que certamente tinha ido embora de carona, sem avisar nada a ninguém. Assim, foram todos embora.
Ao retomar os sentidos, Renata estava confusa e sentia dores por todo o corpo. Saiu andando pela mata escura, com seu biquini ainda molhado e sentindo muito frio. Até que depois de algumas horas, quase sem forças viu uma pequena casinha de tábuas com uma luz acesa. Ficou apreensiva, pois não sabia que tipo de pessoa poderia morar em um lugar como aquele. Parecia cenário de um filme de terror. Mas como não tinha alternativas, foi até lá e bateu na porta.
Carlos não era muito alto, tinha pele clara, cabelos um pouco compridos e a barba por fazer. Tinha 44 anos, era ex militar e morava sozinho naquela casinha. Foi logo deixando Renata entrar e lhe oferecendo um prato de sopa que tinha acabado de fazer.
Carlos não tinha telefone e o de Renata tinha ficado no carro de seus colegas. Então ela teria que passar a noite ali com aquele estranho.
Suas pernas estavam bastante machucadas e Carlos se ofereceu para cuidar daqueles arranhões. Renata tentava a qualquer custo, evitar que ele percebesse que suas pernas tremiam a cada vez que ele lhe tocava. Pensava que se algo acontecesse, ninguém a ouviria gritar. O que mais faltava acontecer naquele fim de semana?
Até que ele lhe entregou um lençol e disse:
-Você deve estar muito cansada. Teve um dia bastante difícil. Pode deitar ali e descansar... Foi aí que ela notou que naquela casa minúscula só havia uma cama de casal. Hesitou um pouco, mas o cansaço falou mais alto...
Renata acordou por volta das 4 da manhã, sentindo calor e quando tentou se virar, sentiu que Carlos dormia ao seu lado. Mas ao se virar, acabou encostando as nádegas no pênis de Carlos. Que estava rígido e ela pôde sentir o quanto era grande. Olhou para ele um pouco desconsertada, mas notou que ele dormia. Então ela sorriu e tentou dormir novamente.
Ainda faltava um pouco para amanhecer e os dois acordaram novamente. Renata notou uma certa malícia no sorriso de Carlos:
-Dormiu bem?
Dormi sim, obrigada! O senhor tem um carro ou conhece alguém que possa me levar até a cidade?
-Não me chame de senhor...
-Ah, desculpe...Carlos.
-Assim está melhor...Essa é uma estrada deserta, e não temos vizinhos. Mas por volta das 15 hs passa um ônibus na estrada. Você poderá ir até a cidade.
-Ótimo! Vai ser perfeito!
Você tem lábios lindos...
-Obrigada! Agradeceu um pouco tímida. Viu um pouco de claridade entrando pela janela e tentou levantar-se.
Mas Carlos a deteve colocando o braço sobre seu peito. Segurando-lhe firme a nuca com a palma da mão e sussurrou em seu ouvido:
-Você é toda linda, cheirosa...perfeita...
Ela sentiu o peso do corpo dele sobre o dela e mais uma vez o enorme volume dentro do bermudão. Antes que pudesse reagir ou falar qualquer coisa. Sentiu a mão de Carlos acariciar sua xaninha sobre a calcinha. Apertou as pernas instintivamente prendendo a mão dele entre elas e soltou um gemidinho quase sem perceber.
-Não podemos fazer isso, aqui...
-Porque não?!! Eu sei que você também quer...Não tem com o que se preocupar...Ninguém vai ver, ninguém vai saber. Dizendo isso ele levantou a parte de cima do seu biquini e antes que ela percebesse, ele contornava seus seios com a língua.
Ela tentou empurrá-lo com as pernas e a mão em seu peito. Mas ele era mais forte e aproveitou seu movimento para puxar sua calcinha para baixo e começou a acariciar seu clitóris. Ajoelhou-se entre suas pernas e puxou-a para perto encostando sua xaninha naquele pau enorme e duro. Ela tentou se afastar mas ele deitou-se sobre ela e começou a beijá-la com força na boca e no pescoço. Deixando-a completamente tonta.
Apertava seus seios, passava a língua ao redor de seu umbigo e voltava a beijá-la. Tudo numa velocidade que deixava Renata cada vez mais em êxtase. Parecia que ía desmaiar.
Até que de repente, sentiu um peso sobre sua xaninha. A pressão foi aumentando e ela sentiu como se estivesse sendo rasgada.
-Hummmmmmm. Pare! Tentou tirar seu corpo debaixo de Carlos.
-Está tudo bem! Abra mais e tente relaxar...
-Eu não consigo rel...hummmmmmm, aahhhhh, pára! hummmmmmmm, aaahhh...
-Tudo bem...A cabecinha já entrou! Agora você vai relaxar e nós vamos mexer bem gostoso e devagar, ok?
-Tá, mas...aahhh!!!!! É grande aahhhhhh!
-Boa menina! Estamos indo bem...Só mais um pouco...
-Huuuummmmmmmmmmmmm. Aaaaiiiii, ahhh. Não páre!!! Continue assim...hummmmmmmm
-Isso minha gostosa. Rebola em cima do meu pau! Assim!!! Vou meter com mais força e enfiar todo meu pau nessa xaninha safadinha.
-Ahh!!! Põe tudo, com força! Vai!!! Ahhhhhh! hummmmmmm. Renata rebolava e parecia entrar num transe.
Até que sentiu aquele pau enorme estremecer dentro dela, o líquido quente escorrendo, e Carlos deitando exausto sobre seu corpo.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Na sessão: ERÓTICA...


Bianca tinha 21 anos, um corpo de mulher madura, mas com jeitinho de criança levada.
Conheceu o dr. Luan, seu ginecologista, de 45 anos, forte, musculoso, pele morena, olhar penetrante e um ar sedutor e intimidador ao mesmo tempo.
Na sua primeira consulta, Bianca se sentia pouco à vontade e sentia sua pele gelar e estremecer a cada toque daquelas mãos grandes e um pouco pesadas. Sua voz grave, um pouco rouca e em tom baixinho a deixava mais tensa a cada palavra pronunciada.
Dr Luan sabia do encanto que exercia nas mulheres e usava suas táticas para seduzir aquela garotinha deliciosamente indefesa, que evitava a qualquer custo, cruzar o olhar com o dele...
-Agora deite-se a coloque as pernas aqui...isso...muito bem.
-Abra um pouco...assim...só mais um pouco...ótimo...assim...Relaxe!
Relaxar era tudo que Bianca não conseguia fazer naquele momento. A voz do médico, o som metálico dos instrumentos e o toque das mãos dele em sua pele a faziam estremecer, e gelar.
Ele também estava excitado com aquilo tudo... Percebia a respiração ofegante daquela garota e podia notar seus mamilos durinhos que pareciam querer perfurar o tecido fininho do avental.
Introduziu um dedo e depois o outro bem devagar na vagina que a garota contraiu rapidamente tentando, em vão, chegar o corpo para trás e soltando um gemidinho abafado.
-Está doendo?
Bianca tentou dizer que >não<, mas o único som que conseguiu emitir foi um murmúrio sem nexo.
-É só relaxar...já vai acabar...
Tentou relaxar o corpo em vão, mas sentia aqueles dedos grandes e pesados em cada centímetro de sua pele. Aquilo parecia durar horas, até que finalmente...
-Pronto! Doeu muito?
-Hã...hã... Respondeu tímida.
-Agora deite de costas e tente relaxar...Só vai levar um minutinho...
Bianca obedeceu tentando evitar que o Dr. Luan percebesse o quanto suas pernas tremiam.
Sentiu suas mãos pesadas abrindo-lhe as nádegas que ela contraiu instintivamente.
-Ei, ei...que é isso, hã? Titio não vai te machucar...
Bianca, se sentindo acuada, deitou a cabeça no pequeno travesseiro e fechou os olhos tentando agir com naturalidade.
-Muito bem, é só uma pressão...iiiisso...não contraia, fique assim, quietinha...assim...muito bom...
Bianca soltava gemidinhos quase involuntários enquanto sentia o dedo dele invadindo seu ânus com uma forte pressão e um leve ardor. Sentia seu dedo se movendo dentro dela lentamente e se controlava para não soltar um gemido mais alto. Mordeu as costas da mão para abafar os murmúrios.
-Está doendo? Perguntou baixinho...
-Harã...u...um pouquinho...
-Já vai acabar...fique quietinha...assim...pronto...
-Tudo bem?
-Harã...
-Ótimo! Pode se vestir agora. Vamos marcar alguns exames e a moça lá fora vai marcar o seu retorno. ok?
-Harã...Respondeu tímida, de cabeça baixa. Mal podendo esperar para sentir aquelas mãos lhe invadindo novamente.